Cansei daquele fundo rosinha.
Simplicidade às vezes é bom.
Alguém aí sugere uma outra "cara" pro blog?
Sugestões super bem-vindas pra uma professora momentaneamente sem inspiração!
:0)
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Frida Kahlo

Já que está todo mundo lendo uma carta de amor da Frida Kahlo para Diego Rivera, seu marido, aproveitei pra postar aqui uma mini-biografia da pintora, bem como algumas de suas obras.
Uma vinda intensa, sofrida, arrebatadora, assim como suas cartas de amor!
Mini Biografia
Fonte: Revista Ciência e Cultura
Frida Kahlo começou a pintar para aliviar a dor. O ano era 1925 e ela queria se distrair durante a longa recuperação de um grave acidente de ônibus que sofrera aos 18 anos de idade. A mais importante pintora mexicana do século XX viveu entre 1907 e 1954, uma existência breve mas intensa. Sua notoriedade extravasou da pintura também para sua vida pessoal, marcada por um forte ideário político. Símbolo do feminismo e da liberdade, ela militou no partido comunista mexicano e viveu um tumultuado casamento de 25 anos com o também artista Diego Rivera. Foi uma trajetória de grande sofrimento físico: Frida passou por mais de 15 cirurgias, algumas experimentais, abortos, mutilações, traumatismos. Para Lúcia Helena Vianna, pesquisadora da Universidade Federal Fluminense (UFF), que estudou o diário da pintora, Frida Kahlo inscreve esse corpo fragilizado em seus escritos e desenhos, mas a dor é sublimada com humor. "Ela tece um elo indestrutível entre vida e obra, com a explícita conexão de tinta e sangue", diz.
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Algumas de suas obras:

Raízes - Frida Kahlo

As duas Fridas - Frida Kahlo
10 motivos para ler livros atuais
Oies!
O @DiegoPablinho sugeriu um texto muito bacana, do blog Lendo.org, que tem tudo a ver com nossas discussões sobre cânone e literatura contemporânea.
Mais que depressa entrei em contato com o André Gazola, que organiza esse blog. Em algumas horas veio a resposta positiva para a publicação do texto aqui e, quem sabe, para outras parcerias também.
Coisas desse mundaovirtualdemeudeus, que eu adoro.
Bom, e aí, quem concorda com os 10 motivos para ler livros atuais de André Gazola?
1. Os livros retratam a sociedade em que são escritos. Se você lê um livro escrito hoje, você se sente engajado nos motivos que levaram o autor a escrevê-lo. Você adquire um maior conhecimento do mundo onde vive;
2. Ajudam a melhorar sua qualidade de vida. Eu não falo de auto-ajuda, no sentido pejorativo da palavra. Livros como os e Allan e Barbara Pease (Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor? etc.), podem tornar um relacionamento a dois muito mais prazeiroso. Antigamente, não havia esse tipo de preocupação na literatura (não vou entrar na inevitável pergunta: O que é literatura?);
3. Maior conhecimento do que vai ler, ainda antes de começar. Nunca houve tão boa classificação das obras. Se você quer um romance policial, algo sobre espiritismo, budismo, mitologia, história, psicologia, enfim. As próprias capas ajudam na identificação;
4. Preocupação com a forma. Alguns podem achar um ponto falho (com o argumento de que o texto acaba se tornando artificial), mas os livros atuais são revisados e revisados e revisados. Assim, a obra chega ao leitor com a melhor qualidade possível;
5. Valorização como um todo: o livro é uma produção universal. Antigamente, bastava escrever um texto no papel e sair distribuindo. Hoje, os trabalhos de publicação, revisão, editoração, criação da arte e os planos de divulgação fazem parte, diretamente, da produção literária;
6. Você está atualizado. Ora, quem não precisa estar atualizado hoje em dia? É extremamente prazeiroso conversar sobre literatura com alguém, citando Pamuk, Brown, Yalom e outros;
7. Você entende melhor o processo de evolução da literatura, da sociedade, da humanidade. Este item é para quem também lê os clássicos, e eu digo: leia os clássicos. Com a comparação entre as obras, entre os tempos em que foram escritas, fica mais fácil de entender muitos aspectos que levaram ao mundo em que vivemos hoje;
8. Para acadêmicos: busque a intertextualidade. Novamente, comparando os livros clássicos com os atuais, você acaba encontrando aspectos semelhantes, situações em que as obras se relacionam. Em trabalhos acadêmicos, os olhos dos professores brilham ao ver esse tipo de comparação;
9. Os best-sellers são clássicos. Ou será que os clássicos são best-sellers? Entenda que, aquilo que você está lendo hoje, vai continuar por gerações e gerações e poderá um dia se tornar “clássico”, no sentido em que conhecemos. Se você gosta de Shakespeare, Alighieri ou Sófocles que tal ser um dos primeiros a ler um clássico das gerações futuras? Quem não gostaria de ter lido Macbeth, ainda no séc. XVI?;
10. Você aprende a pensar. Esta é quase uma crítica que eu tenho aos clássicos: eles lhe contam uma história, narram alguns conflitos e vão para o desfecho. Alguns livros atuais, como os de Orhan Pamuk, praticamente pedem a sua opinião o tempo todo. Você é convidado a participar da trama, discutir os acontecimentos, dar sua versão dos fatos, PENSAR SOBRE O QUE ACONTECE.
Pra terminar, uma super dica de André Gazola:
"Destaco novamente: leia também os clássicos! Mas não deixe passar a oportunidade de ler as fantásticas obras que estão nas vitrines das livrarias. Vale a pena!"
Vale a pena visitar o Lendo.org, as discussões por lá são sempre muito autais, ricas, interessantíssimas
Valeu pela dica do texto, @DiegoPablinho!
Aproveito pra reforçar que todos podem (E DEVEM) sugerir conteúdo bacana para o blog!!! :-)
O @DiegoPablinho sugeriu um texto muito bacana, do blog Lendo.org, que tem tudo a ver com nossas discussões sobre cânone e literatura contemporânea.
Mais que depressa entrei em contato com o André Gazola, que organiza esse blog. Em algumas horas veio a resposta positiva para a publicação do texto aqui e, quem sabe, para outras parcerias também.
Coisas desse mundaovirtualdemeudeus, que eu adoro.
Bom, e aí, quem concorda com os 10 motivos para ler livros atuais de André Gazola?
1. Os livros retratam a sociedade em que são escritos. Se você lê um livro escrito hoje, você se sente engajado nos motivos que levaram o autor a escrevê-lo. Você adquire um maior conhecimento do mundo onde vive;
2. Ajudam a melhorar sua qualidade de vida. Eu não falo de auto-ajuda, no sentido pejorativo da palavra. Livros como os e Allan e Barbara Pease (Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor? etc.), podem tornar um relacionamento a dois muito mais prazeiroso. Antigamente, não havia esse tipo de preocupação na literatura (não vou entrar na inevitável pergunta: O que é literatura?);
3. Maior conhecimento do que vai ler, ainda antes de começar. Nunca houve tão boa classificação das obras. Se você quer um romance policial, algo sobre espiritismo, budismo, mitologia, história, psicologia, enfim. As próprias capas ajudam na identificação;
4. Preocupação com a forma. Alguns podem achar um ponto falho (com o argumento de que o texto acaba se tornando artificial), mas os livros atuais são revisados e revisados e revisados. Assim, a obra chega ao leitor com a melhor qualidade possível;
5. Valorização como um todo: o livro é uma produção universal. Antigamente, bastava escrever um texto no papel e sair distribuindo. Hoje, os trabalhos de publicação, revisão, editoração, criação da arte e os planos de divulgação fazem parte, diretamente, da produção literária;
6. Você está atualizado. Ora, quem não precisa estar atualizado hoje em dia? É extremamente prazeiroso conversar sobre literatura com alguém, citando Pamuk, Brown, Yalom e outros;
7. Você entende melhor o processo de evolução da literatura, da sociedade, da humanidade. Este item é para quem também lê os clássicos, e eu digo: leia os clássicos. Com a comparação entre as obras, entre os tempos em que foram escritas, fica mais fácil de entender muitos aspectos que levaram ao mundo em que vivemos hoje;
8. Para acadêmicos: busque a intertextualidade. Novamente, comparando os livros clássicos com os atuais, você acaba encontrando aspectos semelhantes, situações em que as obras se relacionam. Em trabalhos acadêmicos, os olhos dos professores brilham ao ver esse tipo de comparação;
9. Os best-sellers são clássicos. Ou será que os clássicos são best-sellers? Entenda que, aquilo que você está lendo hoje, vai continuar por gerações e gerações e poderá um dia se tornar “clássico”, no sentido em que conhecemos. Se você gosta de Shakespeare, Alighieri ou Sófocles que tal ser um dos primeiros a ler um clássico das gerações futuras? Quem não gostaria de ter lido Macbeth, ainda no séc. XVI?;
10. Você aprende a pensar. Esta é quase uma crítica que eu tenho aos clássicos: eles lhe contam uma história, narram alguns conflitos e vão para o desfecho. Alguns livros atuais, como os de Orhan Pamuk, praticamente pedem a sua opinião o tempo todo. Você é convidado a participar da trama, discutir os acontecimentos, dar sua versão dos fatos, PENSAR SOBRE O QUE ACONTECE.
Pra terminar, uma super dica de André Gazola:
"Destaco novamente: leia também os clássicos! Mas não deixe passar a oportunidade de ler as fantásticas obras que estão nas vitrines das livrarias. Vale a pena!"
Vale a pena visitar o Lendo.org, as discussões por lá são sempre muito autais, ricas, interessantíssimas
Valeu pela dica do texto, @DiegoPablinho!
Aproveito pra reforçar que todos podem (E DEVEM) sugerir conteúdo bacana para o blog!!! :-)
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Romantismo - textos diversos
Um texto super bacana sobre a presença (ou não) das mulheres na literatura brasileira.
É legal pra ajudar a entender os fatores determinadores do cânone literário brasileiro, fatores esses que selecionaram obras de acordo com o projeto do séc. XIX: buscar elementos para construção da nacionalidade brasileira.
Mais um texto bacana sobre isso é Instinto de Nacionalidade, do Machado de Assis, muito comentado em sala. Para baixá-lo, clique aqui.
P.S.: Todos esses textos também estarão disponíveis na Fenix para xerox, ok?
[]'s
É legal pra ajudar a entender os fatores determinadores do cânone literário brasileiro, fatores esses que selecionaram obras de acordo com o projeto do séc. XIX: buscar elementos para construção da nacionalidade brasileira.
Mais um texto bacana sobre isso é Instinto de Nacionalidade, do Machado de Assis, muito comentado em sala. Para baixá-lo, clique aqui.
P.S.: Todos esses textos também estarão disponíveis na Fenix para xerox, ok?
[]'s
Navio Negreiro - PDF
Gentes,
pra baixar o PDF do poema Navio Negreiro, de Castro Alves, no site Domínio Público, basta clicar aqui.
[]'s
pra baixar o PDF do poema Navio Negreiro, de Castro Alves, no site Domínio Público, basta clicar aqui.
[]'s
Navio Negreiro
Pessoal, vou postar já já um link para vocês baixarem o poema Navio Negreiro, de Castro Alves.
Enquanto isso, vão dando uma olhada nesses vídeos:
Ótimas formas de pensar o contexto que motivou Castro Alves a escrever esse poema emblemático.
Enquanto isso, vão dando uma olhada nesses vídeos:
Ótimas formas de pensar o contexto que motivou Castro Alves a escrever esse poema emblemático.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
paulo leminski
falamos dele na sala, quando falamos de hai kais. pra mim, é leitura obrigatória. seus textos são demais!
[esta vida é uma viagem]
esta vida é uma viagem
pena eu estar
só de passagem
[carreira solo]
estrela cadente eu olho
o céu partiu
para uma carreira solo
[Por um lindésimo de segundo]
tudo em mim
anda a mil
tudo assim
tudo por um fio
tudo feito
tudo estivesse no cio
tudo pisando macio
tudo psiu
tudo em minha volta
anda às tontas
como se as coisas
fossem todas
afinal de contas
[Incenso fosse música]
isso de querer
ser exatamente aquilo
que a gente é
ainda vai
nos levar além
quer ler mais? dá um google em paulo leminski
[esta vida é uma viagem]
esta vida é uma viagem
pena eu estar
só de passagem
[carreira solo]
estrela cadente eu olho
o céu partiu
para uma carreira solo
[Por um lindésimo de segundo]
tudo em mim
anda a mil
tudo assim
tudo por um fio
tudo feito
tudo estivesse no cio
tudo pisando macio
tudo psiu
tudo em minha volta
anda às tontas
como se as coisas
fossem todas
afinal de contas
[Incenso fosse música]
isso de querer
ser exatamente aquilo
que a gente é
ainda vai
nos levar além
quer ler mais? dá um google em paulo leminski
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